quarta-feira, 2 de abril de 2008

ADEUS, SCOOBY-DOO!


Oi, pessoal.

Hoje, eu não vou contar gracinhas. Hoje, eu estou triste. Perdi um novo “velho amigo”. Hoje, quem quiser saber de minhas gracinhas, deverá ler as postagens anteriores. Estou muito triste.

Quando mudei-me para o sítio, em dezembro, fiquei conhecendo, entre outros, três cães “golden retriever” que aqui já viviam: O Scooby-Doo, o Bisteca e o Cliford. O Scooby é o pai dos outros dois. Custei um pouco a ficar amigo deles, pois eles formavam um grupo fechado e não aceitavam ninguém no meio deles. Mas, vocês sabem como um “beagle” é um cão do tipo “cheguei” e o quanto somos teimosos, não é mesmo? Tanto fiz, tanto insisti, que acabamos ficando amigos. Porém, as brincadeiras eram mais com os dois mais novos. É que o Scooby, com quinze anos de idade, já estava surdo, meio fraco, e preferia ficar quieto em seu canto. Mesmo assim, eu gostei muito de conhece-lo. Pai JF me disse que o Scooby, quando mais moço, era um cão muito alegre, muito brincalhão, além de muito vistoso, bem diferente de como ele se encontrava agora, já bem alquebrado.

Uma noite destas, o Cliford e o Bisteca passaram muito tempo uivando em seus canis. Aqui em volta de minha casa, a Bilisca (aquela cã que está me paquerando) e sua mãe, a Mel, bem como o Hulk, o “rottweiler” mal encarado que só é solto à noite e que me impede de sair de dentro de casa, também uivavam em resposta. Também os cães que moram na casa do Humberto, o caseiro, respondiam com uivos. Dentro de casa, eu, inquieto, ouvia aquela ganição toda e não podia fazer nada. Não podia sair e mãe Nina e Pai JF ainda ficavam bravos comigo por querer fazer coro com todos os demais.

Pois é! No dia seguinte, logo cedo, quando vieram prender o Hulk em seu canil e cuidar dos demais cachorros, encontraram o Scooby morto. Morreu dormindo. Era por isso que os cachorros todos tanto ganiam. Estavam se despedindo daquele amigo que foi para o céu dos cachorros.

É por isto que estou triste. Mal ganho um novo “amigo velho” e ele se foi.

Adeus, Scooby-Doo!

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Lambeijos carinhosos no nariz de todos vocês.

Ed Wood

sexta-feira, 28 de março de 2008

ELA ESTÁ ME PAQUERANDO!


Pessoal, eu havia falado a vocês que tem uma cadelinha me paquerando, vocês lembram? Pois é! Vejam a foto dela, aí em cima. É a Bilisca, uma “cãzinha” aqui do sítio. Está doidona por mim! Bom, doidona não se pode, propriamente, dizer. Quando muito, doidinha!

Minha gente, não sou racista, apesar de ser um cão da mais pura linhagem “beagle”. Mas... De que raça é a Bilisca? Não consigo ao certo entender. Dizem que descende de um chiaua. É possível. Mas, não é só. Reparem no rabo da Bilisca. É espiralado para cima. Para mim, a Bilisca tem sangue de esquilo correndo nas veias. Aqui no sítio tem muito esquilo e eles têm cara de malandros. Eu, quando os vejo nas árvores, fico latindo, latindo... Mas eles não estão nem aí para mim. Com certeza, a mãe da Bilisca deve ter namorado um esquilo. Só pode ser isso!

Vocês já viram cachorro miar? Pois a Bilisca mia! Juro! Ela mia que parece gato fazendo aquelas farras noturnas. Até a hora em que ela se dá conta e disfarça. Algo mais ou menos assim: “Miaaaaaaaaaaauuuu-aaau-au-au-aaaaaaaaauuuuuuuuuuuu!!!”

Gente, para mim, além do esquilo, a mãe da Bilisca andou namorando um gato!

E o pelo? Apesar de grudado, ele é crespo e amarelo! Fiquei pensando: “De quem ela herdou esse pelo?” Bom, o sujeito usa uma peruca encaracolada, mas de caracóis bem grandes. E é amarela! E nada impede que seus filhos tenham o pelo curto e caracóis bem pequenininhos, amarelos. Só pode ser isso! A mãe da Bilisca namorou o Tiririca!

Agora, o que mais me incomoda na Bilisca é o tamanho dela. Comparem! Ela mal ocupa uma das lajotas do chão. Sabem quantas lajotas eu ocupo? Três. Isso mesmo, meu tamanho equivale a TRÊS lajotas do chão. Como é que eu, um beagle de 15 quilos posso namorar uma “cã” que pesa meio quilo? Não dá! Eu posso ser processado e até preso por pedofilia!

Tô fora!

Ed

segunda-feira, 24 de março de 2008

OH, TÉDIO!


Segunda feira! Por que tem de existir esse dia da semana? Seria tão bom se existissem apenas os sábados e domingos. Tudo bem, até admito a existência da sexta-feira. Talvez, até a quinta feira, mas apenas se já começasse ao meio-dia.

Hoje estou entediado!

Sexta-feira passada, meu pai, o JF, foi a São Paulo buscar minha irmã, meu cunhado e minhas sobrinhas. Vocês não conhecem? É a Lu (Eeepa!...), o Vagner, a Ju e a Vanessa. Que alegria, quando chegaram aqui no sítio! Que folia que eu fiz com eles!

Quando estão aqui, costumam dar-me muita atenção. E eu gosto muito de ser o centro das atenções. Brincam comigo. Ficam jogando longe minha bola de tenis para que eu vá buscar... Só não me dão doces e chocolate! Dizem que faz mal para meu pelo. Não concordo muito com isso, mas prefiro ficar quieto e não brigar com eles. Se eu bronqueio, sei que vão ficar muito tristes.

No domingo, à noite, foram todos embora.

Que saco!!! Hoje pela manhã, acordei e não tinha ninguém para que eu pudesse brincar. Tanto espaço para correr e eu aqui, sem ninguém para jogar longe minha bola de tenis. Como é que posso correr atrás dela, se ninguém a joga?

Gentes, como os humanos me fazem falta! Tá certo que o pai-JF e a mãe-Nina estão sempre aqui, mas eles não contam. Eu os tenho sempre comigo. Gostoso é quando chega o resto da família, nos fins de semana, para me visitar. Aí, sim! Tenho toda a minha família ao meu redor.

É verdade que, aqui no sítio, existem outros cachorros. Tem a Bilisca (que está gamadona por mim - ainda vou contar essa história) e a Mel. E tem também os três Golden-Retrivers, o Scubidu, o filho Cliford e o neto Bisteca. Até que estes três são amigos meus. Mas, não adianta. Ser beagle é privilégio para bem poucos. Somos superiores! Por mais que eles tentem, não conseguem acabar com meu tédio segundafeirístico.

Pessoal, positivamente, odeio segunda-feira!

Um lambeijo no rariz de vocês todos.

Ed

domingo, 23 de março de 2008

ESTOU DE VOLTA! PARA FICAR!

Oi, pessoal.

Lembram de mim? Sou o Eddie Wood, dono deste blog. Fazia um bom tempo que eu não postava, mas, de tanto meu pai (o JF, lá do blog do JF – www.blogdojf.blogspot.com) insistir que eu devia retomar, eu acabei voltando.

Antes era muito mais fácil para escrever. Eu morava em São Paulo, em apartamento, não tinha muito que fazer durante o dia, a não ser dormir. Agora está mais difícil. Tenho muito pouco tempo disponível. É que eu me mudei para o sítio, em Itatiba-SP, e tenho muita coisa para fazer. Minha vida mudou muito, apesar de me prenderem. Bom, prender é um tanto modo de dizer. Na verdade, eu fico solto dentro do alambrado que circunda a sede. Algo assim como uns 6 mil m2. O que eu gostaria, mesmo, era de ficar solto pelo sítio inteiro, ir passear nos sítios vizinhos, talvez dar uma chegadinha na cidade, e (não contem para meu dono o que eu vou dizer; só estou falando para vocês) a exemplo do que fazia, no passado, Sir Lancelot, Lance para os íntimos, sair por aí para umas noitadas alegres. Muita bebida, muitos petiscos, e, sobretudo, umas cadelinhas bem bonitinhas. Orgias, mesmo, como diriam vocês, humanos. Sir Lancelot era um outro cão da mesma gloriosa raça que eu: um beagle. O Lance morreu com 16 anos de idade, ao se meter numa tremenda briga com outros cachorros, na disputa por uma cadelinha jeitosa. Aliás, quando o Lance morreu, metade dos cachorros de Itatiba tinham cara de beagle, rabo de beagle, patas de beagle. Dizem as más línguas que eram todos filhos bastardos dele. É possível! Nós, beagles, gostamos de uma farrinha! Hehehehehehehe

Aqui no sítio, tem uma cadelinha que está doidona por mim. É a Bilisca. Mas isto é uma história que eu deixo para contar para vocês em uma próxima postagem.

Por enquanto, só estou reabrindo meu blog. E, ainda, para dizer para vocês que estou também no Orkut. Vou postar, aqui no meu blog, algumas das minhas histórias engraçadas. Tenho uma irmã, a Lu Farias (acho que vocês conhecem, ela tem o blog Eeepa... http://eeepa.blogspot.com/ ). Pois é! Essa minha irmã Lu Farias e meu pai JF se comprometeram de me ajudar com o blog. Eu vou ditando e eles digitam. É que é muito difícil, para um cãozinho pequenino, de apenas 15 Kg, ficar digitando com apenas três dedinhos em cada pata.

É isso! Vou parando por aqui, mas depois eu volto. Por favor, espero corresponder-me com uma porção de cadelinhas bonitinhas. Com cachorrinhos eu também me correspondo, mas com muito respeito, hein? Olhem, não sou preconceituoso. Também aceito corresponder-me com gatinhas, com coelhinhas, com tigrezinhas, com girafinhas, etc.

Uma lambida bem carinhosa no nariz de cada um de vocês.

Ed

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Minha infância...

Pois é... eu nasci em 10 de agosto de 2001. Não sei bem onde nem como que eram a minha mãe e os meus irmãozinhos. Mas quando eu tinha uns dois meses fui colocado à venda em uma loja. E aí um dia a minha mãe e a minha irmã me viram, eu estava destruindo os jornais da vitrine, sabem???

O meu amigão e veterinário, o Dr.Herbert, perguntou para elas se tinham certeza de que gostariam de ter um beagle, que é a minha raça. Acontece que cães beagles são meio levados, e muita gente pega um e depois abandona, e isso é muito triste. Mas a minha mãe e a minha irmã sabiam como era um beagle, porque já tiveram uma, que se chamava Bellie. E, assim, eu fui para a casa dos meus pais.

Essa foto aí em cima é de mim logo nos primeiros dias, brincando de roer a cadeira... quando eu fazia isso, a mamãe falava que eu era impossível, não sei bem por que...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

O Início...

Oi, gente. Meu nome é Ed. Ed Wood. Eu sou um beagle, de seis anos de idade. Nasci e morei na cidade de São Paulo, mas agora moro num sítio em Itatiba. E agora vou contar aqui as minha aventuras!!!

Por enquanto, mostro a minha foto pra vocês. Falem a verdade... eu não sou bonitão????

Até o próximo post!!!!