
-Ver a mãe Nina (aí ao lado) me liberar para comer toda a ração que eu quiser;
-Fazer amizade com as duas gatinhas que pertencem ao meu avô Amélio e poder pegá-las pelo pescoço, com minhas mandíbulas, só para sentir se pelo de gato é mesmo macio;
-Poder pegar bolas de tênis e atirá-las bem longe só para ver os humanos correndo, alegres, até alcançá-las e pegá-las com a boca. E, lógico, voltarem correndo e as jogarem a meus pés;
-Escalar a mangueira, aqui ao lado da casa, e ficar aguardando pelos bandos de macacos. Quando eles chegarem, ficar jogando mangas verdes neles. Como eles fazem comigo, quando lato para eles em baixo da mangueira;

-Ganhar mais uns dedinhos em minhas patas para poder tocar teclado;
-Ser aceito no grupo musical “Família Jacaré”, ir às apresentações que eles fazem e cantar com eles, mas cantando como solista;
-Ganhar sozinho na megasena acumulada para que pai JF não precise mais ir a São Paulo, a trabalho, me deixando aqui no sítio “louco” de saudades;
-Casar com uma “beagle” muito bonitinha (Que redundância! Nós, “beagles” somos bonitos por natureza) e ter uma porção de “beaglesinhos”.
E POR FALAR EM MACACOS, GATOS...
Abração,
Eddie Wood (o cão maluco, segundo as más línguas)